Conduzir comboios, é um trabalho que exige concentração, dedicação, profissionalismo. Este tenta ser um espaço de prolongamento lúdico das salas de convívio dos maquinistas, com as brincadeiras, as lutas e os problemas dessa classe "elitista", de grevistas (reformados), e que não tem direito a "pontes", nem férias no Verão. Nada do que aqui se passa existe, de facto, embora muitas vezes seja demasiado próximo da realidade.

terça-feira, novembro 23, 2010

O ovo no cú da galinha

Os sindicatos ferroviários, que têm uma taxa de sindicalização de 80 por cento, e o Sindicato dos Maquinistas (cujos associados são decisivos para fazer andar os comboios) esperam uma adesão de cem por cento na greve geral de amanhã. Não fossem os serviços mínimos, já decididos em comissão arbitral, e não haveria comboios.

original aqui

porque não vem ninguém dizer-nos isto:

Os trabalhadores que aderirem à greve do próximo dia 24, têm o seu contrato de trabalho suspenso durante o período da greve (como em todas as greves!), pelo que LEGALMENTE não têm qualquer subordinação à empresa, pelo que podem e devem não cumprir estes serviços "mínimos". A única consequência legal deste incumprimento(a empresa nada pode fazer) seria uma hipotética requisição civil decretada por Conselho de Ministros


“A requisição civil está fora de causa”, disse Helena André no programa Prós e Contras, da RTP, depois de fazer um apelo para que a greve geral de amanhã possa decorra de foram ordeira. original aqui

deixem-me sonhar

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